O tempo passa, o tempo corre... As lembranças e pensamentos ruins acabam corrompendo por dentro.
As malditas lágrimas escorrem em teu rosto e descem queimando, cada uma como uma chama.
Cada piscar é uma respiração profunda, sem motivos e do nada. Possível.
As coisas insistem em parar em um único lugar. (Respira outra vez) Tenta entender. Não dá, não quer abrir mão da tua joia... Mas será que vale a pena lapidá-la e cortar as mãos no ato? Vale a pena ter aquela pedra mais preciosa e correr o risco de que a preciosidade não seja o suficiente para te convencer e te agradar? E o cansaço? Uma hora não dá. E como saber quando não dá mais?
A maldita lágrima tem que voltar? Chega de perguntas e reflete na tua resposta.. A chama da lágrima esfriou, assim como todo o resto, como a pedra escorregou.
Cuida, cuida... Cria e pensa.
Ursinho de pelúcia, tua porta e uma cadeira. A tua volta, a minha volta. Ainda há o nosso? Reticências por conta de cada um.
Vento que trás junto tudo de volta e nem assim é possível chegar a um consenso.
Estrelas, estrelas, estrelas! Apagaram por que? Junta tua pedra, trás teu brilho contigo e reapareçam estrelas! Risco? Ah! rabisco. Era só isso.
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