O que eu sinto, se descreve nesse poema de Marcelo Fouquet.
Labirintos...
criamos tantos ao nosso redor
que agora não sabemos mais
procuramos encontrar a saída
Nossa alma grita
pede pela liberdade
lá no centro do labirinto
que um dia criamos
para nos cercar de medo
de falsas proteções
contra os momentos da vida
Labirintos...
só há um jeito de encontrar a saída
é tendo coragem de não ter medo
e encarar a vida de cabeça erguida
Mas, o melhor a fazer
é silenciar o coração.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Nada mais

Aparecendo aquelas coisas horríveis na minha cabeça.
Odeio ter que escrever sobre isso, mas sempre que fico assim, recorro aos meus papeis e agora ao blog.
Sempre sinto vontade de chorar durante o dia. Sinto muita falta de Trombetas e de algumas outras pessos que não tenho por perto e outras que não voltam mais como o Giovanni.
Sinto falta dos momentos de calmaria que eu tinha. Percebi que diante de muitas coisas minha responsabilidade aumentou. Coisas insistem em permanecer, eu não quero de jeito nenhum que continue assim. Ai, como seria bom voar nesses momentos... Relaxar.
Quero dormir e acordar só... Sabe Deus quando.
Preciso tanto...
A minha família meu amor infinito, ao Anthony meu amor incontável, aos meus amigos o amor fiel.
Só quero que nunca esqueçam disso, que sempre preciso de vocês por perto. Mesmo que em silêncio, só em um abraço.
Só.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Um traço,
O tempo passa, o tempo corre... As lembranças e pensamentos ruins acabam corrompendo por dentro.
As malditas lágrimas escorrem em teu rosto e descem queimando, cada uma como uma chama.
Cada piscar é uma respiração profunda, sem motivos e do nada. Possível.
As coisas insistem em parar em um único lugar. (Respira outra vez) Tenta entender. Não dá, não quer abrir mão da tua joia... Mas será que vale a pena lapidá-la e cortar as mãos no ato? Vale a pena ter aquela pedra mais preciosa e correr o risco de que a preciosidade não seja o suficiente para te convencer e te agradar? E o cansaço? Uma hora não dá. E como saber quando não dá mais?
A maldita lágrima tem que voltar? Chega de perguntas e reflete na tua resposta.. A chama da lágrima esfriou, assim como todo o resto, como a pedra escorregou.
Cuida, cuida... Cria e pensa.
Ursinho de pelúcia, tua porta e uma cadeira. A tua volta, a minha volta. Ainda há o nosso? Reticências por conta de cada um.
Vento que trás junto tudo de volta e nem assim é possível chegar a um consenso.
Estrelas, estrelas, estrelas! Apagaram por que? Junta tua pedra, trás teu brilho contigo e reapareçam estrelas! Risco? Ah! rabisco. Era só isso.
As malditas lágrimas escorrem em teu rosto e descem queimando, cada uma como uma chama.
Cada piscar é uma respiração profunda, sem motivos e do nada. Possível.
As coisas insistem em parar em um único lugar. (Respira outra vez) Tenta entender. Não dá, não quer abrir mão da tua joia... Mas será que vale a pena lapidá-la e cortar as mãos no ato? Vale a pena ter aquela pedra mais preciosa e correr o risco de que a preciosidade não seja o suficiente para te convencer e te agradar? E o cansaço? Uma hora não dá. E como saber quando não dá mais?
A maldita lágrima tem que voltar? Chega de perguntas e reflete na tua resposta.. A chama da lágrima esfriou, assim como todo o resto, como a pedra escorregou.
Cuida, cuida... Cria e pensa.
Ursinho de pelúcia, tua porta e uma cadeira. A tua volta, a minha volta. Ainda há o nosso? Reticências por conta de cada um.
Vento que trás junto tudo de volta e nem assim é possível chegar a um consenso.
Estrelas, estrelas, estrelas! Apagaram por que? Junta tua pedra, trás teu brilho contigo e reapareçam estrelas! Risco? Ah! rabisco. Era só isso.
Vai chuva...

Hoje o céu está tão lindo, vai chuva... (8)
Um tempo frio. Coisa boa; um lençol quentinho, alguém juntinho...
Ah coisa boa! Dormir tranquilo, uma certa calmaria no ar, e você descançando, sonhando... Isso é, quando é possível colocar a cabeça no travesseiro sem muitos problemas e de fato relaxar, não só deitar pra esquecer os problemas.
É tão bom, eu adoro chuva, gosto desse clima...
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
A história de nós dois
Ali no canto tinha um coração. Um coraçãozinho machucado, sem esperanças triste, sem amigos.
No outro canto, um coração em uma falsa felicidade. Uma vez, por ironia do destino, os dois se encontraram e começaram a se conhecer melhor.
Um pulsava normalmente e o outro estava quase parando.
Conversaram e foram se dando bem. Começou a vitalidade entre ambos. Estavam mais coradinhos, fortes e apegados.
Sabe o que aconteceu? Os dois coraçõezinhos pulsaram mais forte. Não no mesmo tempo, mas em sintonia. Um ria e o outro explodia de felicidade... O que tava no canto, levantou e foi ao encontro do outro.
Foi tudo tão desenhado, parece que foi traçado... As coincidências da vida, as palavras juntas, cada vez pulsavam mais. Foi tudo se transformando... Evoluindo. Passaram 6 meses e sabe o que aconteceu?
Um coração curou o outro. A felicidade pairou nos dois e eles se tornaram um só coração!
No outro canto, um coração em uma falsa felicidade. Uma vez, por ironia do destino, os dois se encontraram e começaram a se conhecer melhor.

Um pulsava normalmente e o outro estava quase parando.
Conversaram e foram se dando bem. Começou a vitalidade entre ambos. Estavam mais coradinhos, fortes e apegados.
Sabe o que aconteceu? Os dois coraçõezinhos pulsaram mais forte. Não no mesmo tempo, mas em sintonia. Um ria e o outro explodia de felicidade... O que tava no canto, levantou e foi ao encontro do outro.
Foi tudo tão desenhado, parece que foi traçado... As coincidências da vida, as palavras juntas, cada vez pulsavam mais. Foi tudo se transformando... Evoluindo. Passaram 6 meses e sabe o que aconteceu?
Um coração curou o outro. A felicidade pairou nos dois e eles se tornaram um só coração!
Vale a pena.
Ultimamente tenho pensado bastante em muitas coisas.
De diversos fatos e aspéctos.
Momentos da nossa vida, por mais pequenos que sejam, podem se transformar em uma montanha de sentimentos. Como dizia Clarice "Vale a pena fazer valer."
Sinceramente, eu não fiz valer muita coisa na minha vida. Não foram poucas coisas, mas o suficiente pra me fazer refletir bastante.
Sabe, nem sempre é bom você viver esses momentos. Muita coisa na minha vida não seria do jeito que é. Se eu continuasse em Porto Trombetas, ou até mesmo se eu continuasse no Denizard e não no Cesc.
Não teria Adriene, nem Layla nem Melissa. Muito menos Natasha, e consequentimente não conheceria o Anthony. Ou quem sabe sim, esse destino é muito engraçado com a gente.
Pra finalizar, uma frase, é claro, da Clarice. Ela constatemente vai aparecer por aqui.
"Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação."
De diversos fatos e aspéctos.
Momentos da nossa vida, por mais pequenos que sejam, podem se transformar em uma montanha de sentimentos. Como dizia Clarice "Vale a pena fazer valer."
Sinceramente, eu não fiz valer muita coisa na minha vida. Não foram poucas coisas, mas o suficiente pra me fazer refletir bastante.
Sabe, nem sempre é bom você viver esses momentos. Muita coisa na minha vida não seria do jeito que é. Se eu continuasse em Porto Trombetas, ou até mesmo se eu continuasse no Denizard e não no Cesc.
Não teria Adriene, nem Layla nem Melissa. Muito menos Natasha, e consequentimente não conheceria o Anthony. Ou quem sabe sim, esse destino é muito engraçado com a gente.
Pra finalizar, uma frase, é claro, da Clarice. Ela constatemente vai aparecer por aqui.
"Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação."
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