O que eu sinto, se descreve nesse poema de Marcelo Fouquet.
Labirintos...
criamos tantos ao nosso redor
que agora não sabemos mais
procuramos encontrar a saída
Nossa alma grita
pede pela liberdade
lá no centro do labirinto
que um dia criamos
para nos cercar de medo
de falsas proteções
contra os momentos da vida
Labirintos...
só há um jeito de encontrar a saída
é tendo coragem de não ter medo
e encarar a vida de cabeça erguida
Mas, o melhor a fazer
é silenciar o coração.
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